ATENDIMENTO PASTORAL


Em virtude de uma viagem para participar de um Concílio Pastoral da UCOB em Anápolis, o Pr. Wallacy não dará atendimento pastoral nesta semana.

CURSO PARA CONTAR HISTÓRIAS




Será no dia 17 de abril na Igreja do P-SUL a partir das 14h.

Todas as professoras do Ministério da Criança estão
convidadas para participarem. A palestrante será a
Profa. Liliane, esposa do Pr. Ivan, líder de colportagem
da APLAC.

PALAVRA DO PASTOR - 10 DE ABRIL



As imagens não deixam dúvida: alguma coisa muito
estranha está acontecendo com o nosso mundo. Dessa vez
agora foi o estado do Rio de Janeiro. Chuvas, tempestades,
alagamentos, deslizamentos, vítimas fatais.
O coração humano se desmancha diante das calamidades.
Vamos orar pelas famílias e por nossos irmãos cariocas,
sem aquecer o coração com a certeza e não com estranheza:
os sinais estão a indicar que Jesus Cristo está voltando
para nos buscar!

Um forte abraço - Seu Pastor MW

"Em 2010: UMA IGREJA CADA VEZ MELHOR".


Vinho no Velho Testamento




Três vocábulos distintos são empregados no Antigo Testamento para designar três espécies de vinho.
  1. YayinGênesis. 9:21. É o mais usado, porque aparece nada menos de 140 vezes. Esta palavra é empregada indistintamente sem considerar se o vinho é fermentado ou não.
  2. O segundo vocábulo é Tirôsh, empregado 38 vezes. Ao contrário da palavra anterior, esta indica que o vinho não é fermentado! Algumas vezes é traduzido como vinho novo ou “mosto”. Deut. 12:17.
  3. Shekar é a terceira palavra usada. Tem a conotação negativa, normalmente é traduzida por bebida forte. Os escritores do Velho Testamento a empregam 23 vezes. Prov. 31:6 – “Dai bebida forte (shekar) aos que perecem, e vinho (shekar) aos amargurados de espírito.”

Seria interessante saber que na Septuaginta (tradução do hebraico para o grego, feita por setenta sábios judeus) a palavra “oinos” foi empregada para traduzir as hebraicas yayin e Tirôsh, mas nunca para shekar ou bebida forte.

Arão e seus filhos, os sacerdotes, foram estritamente proibidos de beber vinho ou bebida forte ao entrarem no tabernáculo para ministrar diante do Senhor (Lev. 10:9).

Os nazireus eram igualmente proibidos de unir vinho enquanto estivessem debaixo do voto (Núm. 6:3, 20; confira Juízes 13:4-7).

Os recabitas viveram um exemplo digno de nota de abstinência permanente do vinho, aderindo estritamente ao mandamento de seu ancestral, Jonadabe, para abster-se dele (Jer. 35:2, 5, 8, 14).

O livro de Provérbios está repleto de advertências contra indulgência com o vinho e bebida forte (veja capítulos 20:1; 21:17; 23:29-31, 31:4 etc.).

O vinho zomba daqueles que o usam (20:1), e os recompensa com ais, dores, lutas e feridas sem causa (23:29,30). ‘No seu fim morderá como uma serpente, e picará como um basilisco’ (v. 32).

O profeta Isaías declarou: ‘Ai dos que são heróis para beber vinho, e valentes para misturar bebida’ (Isa. 5:22).

Daniel e seus compatriotas deram um digno exemplo pela recusa de beber o vinho do rei (Dan. 1:5, 8, 10-16). Ao jejuar posteriormente, Daniel absteve-se de carne e vinho (cap. 10:3).

Não é possível terminar esta parte do comentário, sem enfatizar mais uma vez:
existem no Velho Testamento as mais variadas advertências dos grandes perigos advindos do uso do vinho e bebidas fortes.
Dentre estas advertências as que mais se agigantam são as apresentadas por Salomão no livro de Provérbios (20:1; 20, 21 e 30). - Seventh-day Adventist Bible Dictionary, pág, 1.150


{Da apostila Explicação de Textos de Difícil Interpretação do Pastor Pedro Apolinário, In memorian}

Cid Moreira fala da Bíblia e da IASD em sua biografia

“Só posso e quero trabalhar com a Bíblia”, disse Cid Moreira no lançamento de sua biografia Boa Noite, no dia 23 de março, no Shopping Morumbi, em São Paulo. O destaque da noite não ficou só no lançamento do livro, mas também na persistência do locutor em falar quase o tempo todo da Palavra de Deus. Em entrevista a Rádio Novo Tempo Campinas, Cid foi ainda mais categórico e citou o livro Caminho a Cristo, da escritora norte-americana Ellen White: “Foi o livro que me instigou a ler a Bíblia”, afirmou. De acordo com a esposa de Cid e autora do livro Boa Noite, Fátima Sampaio Moreira, há mais de dez anos o locutor foi convidado pela Casa Publicadora Brasileira para gravar um audiobook do Caminho a Cristo. “Ele precisava entender o livro e começou a estudar a Bíblia. Quando entendeu, se apaixonou”, conta a esposa. Ela fala ainda que o estudo da Bíblia o tornou mais tolerante, mais preocupado em tratar bem o semelhante e a temer a Deus.

Quando comecei a entrevistar o Cid, minha primeira pergunta foi sobre a importância do Jornal Nacional na vida dele, justamente porque o nome do livro foi inspirado no telejornal. Ele me respondeu rapidamente que foi o prestígio do JN que lhe possibilitou gravar a Bíblia na íntegra. Em outro momento perguntei da importância do rádio, uma vez que foi nesse veículo que ele iniciou a carreira profissional. Cid respondeu a minha pergunta, mas, em seguida, voltou a falar da Bíblia. Numa terceira vez, perguntei que cuidados ele tinha com a voz, que é sua marca registrada. A resposta: “A despreocupação, a confiança em Deus, tudo isso, beneficia e você jamais fica estressado. Isso que eu recomendo.”

O evento contou com a presença de personalidades do jornalismo do País e também de veículos de comunicação como a Rede Novo Tempo, TV Globo, Rede TV, TV Caras, entre outros veículos que cercaram Fátima e Cid com perguntas sobre o lançamento da biografia. Pude acompanhar de perto as entrevistas e novamente ver e ouvir o carinho especial de Cid pela Bíblia.

Já que dizem que as mulheres são intuitivas, me atrevo a falar que Cid realmente transparece um amor imenso pela Palavra de Deus. O locutor não se intimidou e falou sobre os ensinamentos bíblicos em todas as entrevistas. Confesso que fiquei surpresa em ver Cid Moreira falar com a imprensa sempre buscando colocar a Bíblia Sagrada em evidência.



Há muito tempo, o casal Cid e Fátima demonstram carinho especial pelos adventistas. Gostaria de transcrever alguns trechos do livro Boa Noite:

“Por causa desse livro [Manual de Saúde, da CPB] aprendi bem cedo o valor das frutas, verduras e sementes em nossa vida” (p. 65).

O livro conta ainda que um dos motivos que o fizeram desistir de ser carnívoro são os problemas de saúde acarretados pelo consumo da carne de porco.

Na página 181, o livro Caminho a Cristo também é citado:

“Quando comecei a gravar, percebi que quase tudo que ela [referindo-se a Ellen White] escrevia era baseado em fatos bíblicos e vinha com a referência em seguida. Então, cada vez que eu via lá: livro, capítulo e versículo tal do Velho ou Novo Testamento, eu pesquisava na Bíblia e procurava entender o que ela estava ensinando. Assim, fui ganhando maior contado e intimidade com o Livro Sagrado.”

Na entrevista com a esposa de Cid, ela revela também que a primeira atividade do dia que os dois fazem juntos é o culto. “Lemos a Bíblia e a Devoção Matinal da Igreja Adventista [IASD] todas as manhãs. Refletimos sobre o que estudamos.” Na página 191, Cid exibe fotos e o apreço da amizade com membros da Igreja Adventista como Milton Afonso, a cantora Rafaela Pinho e a maestrina Suzana Hirle. E ainda destaca o pastor e jornalista Siloé de Almeida como um de seus grandes amigos.

Indico a você a leitura dessa obra fascinante de 294 páginas, que, além de descrever os principais acontecimentos na mídia, fala do nosso Criador.

Citações de Cid Moreira nas páginas 182 e 183:

“Sou uma pessoa de credibilidade em meu trabalho, que teve muitas coisas que muitos poderiam chamar de sucesso. Era reconhecido por um país inteiro, onde quer que eu fosse, tive relacionamentos amorosos com muitas mulheres bonitas e inteligentes, tive dinheiro, prestígio e cultura. Usufruí de conforto e pratiquei esportes. Vivo em uma das cidades mais bonitas do mundo, quase em frente ao mar. Viajei e visitei várias partes do planeta, assisti a grandes espetáculos de música e peças nos mais renomados teatros e casas de shows do mundo; então, muitos vão insistir que isso é sucesso e tudo o que o homem precisa nessa vida. Eu vou dizer do fundo do meu coração: é tudo ilusão, como refletiu tão bem o sábio rei Salomão. É tudo ilusão!

“Esse mundo da criação, em que tudo flutua e gira vagando no imenso espaço em que a gente passa esses anos de nossa vida, já é por si só divino e maravilhoso. Só esse fato já merece celebração. Mas nós, miseráveis, que andamos de um lado para o outro sem saber para onde estamos indo, nos destruímos mutuamente, mesmo assim queremos um contato com o todo, com o que é o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega. Eu desejo parar de vagar que nem cego, e usar os atributos que me foram dados de maneira inteligente. Quero promover meios que permitam que eu viva e que deixe viver todas as outras criaturas que se encontram nesta mesma casa que me foi emprestada, que é o Planeta Terra.”

(Charlise Alves, jornalista e locutora da Rádio Novo Tempo Campinas, para o blog Criacionismo)

Cientistas tentam explicar as pragas do Egito


Deu no jornal Telegraph de 27 de março: pesquisadores acreditam ter encontrado evidências de um desastre natural no qual estaria baseado o relato das dez pragas do Egito, que permitiram a Moisés libertar os israelitas da escravidão, conforme o livro de Êxodo. Só que, em lugar de atribuir essas pragas a uma intervenção divina, eles alegam que elas se tratam de consequências de mudança climática. Essas “novas explicações” para o evento bíblico foram guardadas para ser exibidas no domingo de Páscoa, no canal da National Geographic. Pelo jeito, querem dizer aos judeus e aos cristãos que o Êxodo não tem nada de sobrenatural. Nada de milagroso. Deus não existe. Páscoa é bobagem (a menos que você só pense nela como um dia para se encher de chocolates).

Os pesquisadores cometem o erro comum de associar a época do Êxodo com o período em que Ramsés II reinou sobre o Egito (segundo os estudos de Edwin Thiele, o Êxodo teria ocorrido em torno de 1450 a.C., ou seja, na 18ª dinastia [cf. 1Rs 6:14; Jz 11:26]; o faraó da ocasião seria Thutmose III ou Amenhotep II). Portanto, se houve mesmo uma catástrofe climática na época de Ramsés II, ela nada teria que ver com as pragas do tempo do Êxodo.

Segundo a matéria do Telegraph, o período de temperaturas altas e seca teria diminuído o volume de águas do Nilo, tornando as águas lamacentas. E o biólogo Stephan Pflugmacher acrescenta que as águas tornadas em sangue poderiam ser o resultado da proliferação de uma alga tóxica, que gosta de águas lentas e quentes. Seriam elas as responsáveis por dar à água coloração vermelha.

Os cientistas também dizem que, em decorrência da proliferação dessa alga, a segunda, a terceira e a quarta pragas se seguiram: rãs, piolhos e moscas. Em tempos de estresse, rãs se multiplicam mais rápido e a toxicidade das águas acabou forçando as rãs a irem para a terra seca. E quando as rãs morreram, as moscas se espalharam livremente, sem suas predadoras para incomodar e manter seu número sob controle.

Daí para a quinta e a sexta pragas foi um “pulo”: vieram as doenças e as feridas.

Curiosa e coincidentemente, outro evento catastrófico é tido pelos cientistas como a causa das pragas da saraivada, dos gafanhotos e das trevas sobre o Egito: uma erupção vulcânica ocorrida a mais de 600 km de distância da terra dos faraós, nas ilhas mediterrânicas de Santorini, no norte da Grécia. O fenômeno teria escurecido o céu, atraído os gafanhotos e causado a chuva de pedras de gelo.

E a última praga, a morte dos primogênitos do Egito (aqueles que não quiseram se valer do sangue remidor do cordeiro)? Simples, foi causada por um fungo que contaminou os suprimentos de grãos da nação. E os filhos homens nascidos primeiro seriam exatamente os primeiros a comer esses grãos...

O desespero naturalista é tão grande no afã de descartar o sobrenatural, que esses cientistas céticos acabam fornecendo “explicações” mais incríveis do que o simples relato bíblico. Todas essas “pragas naturais” ocorreram na mesma época. Hmm... Num mesmo espaço geográfico. Hmm... E teriam possibilitado a libertação dos pobres hebreus das mãos do poderoso faraó... Hmm.

Meu ceticismo não permite tanta credulidade...[MB]

Info Distrital - Abril e Maio de 2010



    IASD P.Sul

    Olá meus queridos!! É com muito orgulho que os cumprimento e os recebo em nossa página oficial de anúncios, recados e curiosidades.

    Esse espaço não é do Departamentos de comunicação, ele é de todos os nossos departamentos, de toda a nossa igreja.

    Estamos tentando inovar, criando mais um canal direto com todos que tem acesso a internet.

    Esperamos que gostem e não deixem de nos ajudar a fazer desse espaço um local agradável para juntos nos informamos melhor sobre os assuntos que dizem respeito a nossa igreja aqui do Setor P.Sul.



    Um forte abraço a todos !!!



    Equipe de Comunicação

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